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sexta-feira, 21 de junho de 2013

Caridade cristã versus socialismo


"As chagas sociais que a Igreja, segundo a palavra augusta e imortal de seu Pontífice Leão XIII, procura curar com o bálsamo suavíssimo das virtudes cristãs, sincera e inteligentemente praticadas, o sovietismo procura envenená-las com o sangue do massacre e avivá-las com o gume criminoso de sua espada implacável."

(Fonte: O "Legionário" n.º 46, 10 de novembro de 1929)

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Socialismo: rumo para a miséria

"Se o comunismo produz a miséria, todo regime sócio-econômico será tanto mais depauperante quando mais se parecer com o comunismo.

"Ora, o socialismo não é senão uma diluição do comunismo em marcha para a progressiva substituição de todas as características não comunistas por outras radicalmente comunistas.

"Logo, se o socialismo não é diretamente a miséria, é a pobreza rumo à miséria."

(Fonte: "Folha de S. Paulo", 24 de dezembro de 1972)

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Propriedade privada: um direito que nenhum Estado pode abolir

"[A] propriedade individual — com estas ou aquelas modificações acidentais — é apontada pelos documentos pontifícios como uma instituição decorrente da própria ordem natural das coisas, no que esta tem de fixo e invariável. Como uma instituição legítima, portanto, e que deve durar enquanto o mundo for mundo. Como um direito sagrado, decorrente para o homem do fato de ser homem. Um direito, pois, que nenhum Estado pode abolir sem entrar em frontal e gravíssimo conflito com a moral católica."

(fonte: "Folha de S. Paulo", 4 de abril de 1971)

"Porque este mistério?"

"O caso dos católicos contrários à propriedade privada (...) é estranhíssimo. Em primeiro lugar porque, em muitos deles a animadversão em relação à propriedade privada mais transparece do que aparece. Ou seja, mais ela filtra através de insinuações, de críticas veladas, de inesperadas conivências com a esquerda, do que se afirma de modo peremptório. — Porque este mistério? Se são a favor dela, por que jamais a defendem? Por que suas simpatias correm sempre para os que a atacam? E por que suas antipatias se voltam unicamente contra os que a defendem?"

(Fonte: "Folha de S. Paulo", 4 de abril de 1971)