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sexta-feira, 21 de junho de 2013
Caridade cristã versus socialismo
"As chagas sociais que a Igreja, segundo a palavra augusta e imortal de seu Pontífice Leão XIII, procura curar com o bálsamo suavíssimo das virtudes cristãs, sincera e inteligentemente praticadas, o sovietismo procura envenená-las com o sangue do massacre e avivá-las com o gume criminoso de sua espada implacável."
(Fonte: O "Legionário" n.º 46, 10 de novembro de 1929)
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quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Relativismo
"Se a inteligência é incapaz de perceber qualquer verdade, é forçoso confessar que, ainda mesmo para afirmar a relatividade de todo o conhecimento, ela é suspeita."
(Fonte: O "Legionário" n.º 64, 24 de agosto de 1930)
(Fonte: O "Legionário" n.º 64, 24 de agosto de 1930)
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sexta-feira, 24 de agosto de 2012
O inimigo mais perigoso do Catolicismo
"Como não reconhecer que o inimigo mais perigoso do Catolicismo não é a espada, mas o sofisma, não é a ameaça, mas a mentira, e que Marat ou Calles fizeram muito menos mal às almas do que Voltaire ou Kant? A terribilidade de um inimigo não se mede pelo vigor com que se serve da espada, mas pela agilidade com que manuseia a pena."
(Fonte: Legionário, N.o 458, 29 de junho de 1941)
(Fonte: Legionário, N.o 458, 29 de junho de 1941)
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Os que recusam qualquer pacto com a heresia
Quem somos nós? Os que não dobram os dois joelhos, e nem sequer um só joelho, diante de Baal.(1) Os que temos a vossa Lei escrita no bronze de nossa alma, e não permitimos que as doutrinas deste século gravem seus erros sobre este bronze, que sagrado vossa Redenção tomou. Os que amamos como o mais precioso dos tesouros a pureza imaculada da ortodoxia, e que recusamos qualquer pacto com a heresia, suas obras e infiltrações... Não poupamos à impiedade insolente e orgulhosa de si mesma, o vício que se estadeia com ufania e escarnece a virtude.
Quem somos nós? Na tormenta, na aparente desordem, na aparente aflição, na quebra aparente de tudo aquilo que para nós seria a vitória, somos aqueles que confiaram, que jamais duvidaram, mesmo quando o mal parecera ter vencido para sempre.
Quem somos nós? Somos filhos e seremos heróis da confiança, os paladinos desta virtude! Quanto mais os acontecimentos parecerem desmentir a voz da graça que nos diz — "vencereis" —, tanto mais acreditaremos na vitória de Maria!(2)
______________
N. da R. - 1. Ídolo do povo cananeu, que foi cultuado com freqüência, segundo o Antigo Testamento, pelos israelitas, quando estes abandonavam o culto verdadeiro de Jeová e se entregavam à idolatria. Em vista disso, "dobrar os joelhos diante de Baal" significa hodiernamente a apostasia da verdadeira Religião, a católica, apostólica, romana, e o resvalamento no neopaganismo contemporâneo.
_______________
N. da R - 2. O primeiro parágrafo acima citado foi extraído de "O Legionário", de 22 de dezembro de 1946. O segundo, de uma conferência proferida pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira para sócios e cooperadores da TFP em 9 de agosto de 1995. E o terceiro, de uma palestra ao mesmo auditório, em 20 de dezembro de 1991.
(Fonte: http://www.catolicismo.com.br/)
Quem somos nós? Na tormenta, na aparente desordem, na aparente aflição, na quebra aparente de tudo aquilo que para nós seria a vitória, somos aqueles que confiaram, que jamais duvidaram, mesmo quando o mal parecera ter vencido para sempre.
Quem somos nós? Somos filhos e seremos heróis da confiança, os paladinos desta virtude! Quanto mais os acontecimentos parecerem desmentir a voz da graça que nos diz — "vencereis" —, tanto mais acreditaremos na vitória de Maria!(2)
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N. da R. - 1. Ídolo do povo cananeu, que foi cultuado com freqüência, segundo o Antigo Testamento, pelos israelitas, quando estes abandonavam o culto verdadeiro de Jeová e se entregavam à idolatria. Em vista disso, "dobrar os joelhos diante de Baal" significa hodiernamente a apostasia da verdadeira Religião, a católica, apostólica, romana, e o resvalamento no neopaganismo contemporâneo.
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N. da R - 2. O primeiro parágrafo acima citado foi extraído de "O Legionário", de 22 de dezembro de 1946. O segundo, de uma conferência proferida pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira para sócios e cooperadores da TFP em 9 de agosto de 1995. E o terceiro, de uma palestra ao mesmo auditório, em 20 de dezembro de 1991.
(Fonte: http://www.catolicismo.com.br/)
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