"O Reino de Maria – segundo explanam vários santos insignes, especialmente São Luís Maria Grignion de Montfort – é a plena vigência dos princípios do Evangelho na sociedade humana, espiritual e temporal".
(Fonte: "Um homem, uma obra, uma gesta – Homenagem das TFPs a Plinio Corrêa de Oliveira", Capítulo V, 30. Inauguração da atual sede do Conselho Nacional da TFP)
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sábado, 18 de setembro de 2010
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Retidão da alma
"A lucidez para perceber os grandes horizontes, as grandes crises e as grandes soluções, vem menos da penetração da inteligência do que da retidão da alma."
(Fonte: "Folha de S. Paulo", 26 de dezembro de 1971)
(Fonte: "Folha de S. Paulo", 26 de dezembro de 1971)
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terça-feira, 18 de novembro de 2008
"O que fazem os homens sempre que baixa a noite?"
"Uns correm para as orgias, outros afundam no sono. Outros, por fim — e quão poucos — fazem como os pastores. Vigiam, à espreita dos inimigos que saltam no escuro para agredir. Aprestam-se para lhes dar rudes combates. Oram com as vistas postas no céu escuro, e as almas confortadas pela certeza de que o sol raiará por fim, espancará todas as trevas, eliminará ou fará voltar a seus antros todos os inimigos que a escuridão acoberta e convida ao crime."
(Fonte: "Folha de S. Paulo", 26 de dezembro de 1971)
(Fonte: "Folha de S. Paulo", 26 de dezembro de 1971)
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segunda-feira, 28 de julho de 2008
Missão dos leigos
"Por uma misteriosa afinidade as formas, os sons, as cores, os perfumes podem exprimir estados de espírito do homem. É necessário, pois, que reflitam estados de espírito virtuosos para a formação dos ambientes em que o homem encontre os recursos necessários para a sua santificação, imagens de Deus que lhe dêem o atrativo da virtude e o estimulem por essa forma a conhecer a ter apetência daquela beleza incriada de Deus que ele só verá face a face na glória dos céus.
"Organizar uma ordem temporal que assim forme as almas e as convide para o Céu, eis uma alta missão dos leigos vivendo no século. Claro está que tal ordem temporal teria uma consonância profunda com a Revelação, os ensinamentos e as leis da Igreja, bem como com os ditames da verdadeira ciência. Ela seria pois o Reinado de Jesus Cristo, o Reinado de Maria na terra.
"A esta altura podemos nos perguntar a nós mesmos: então, no nosso século em que consiste o serviço de Nossa Senhora? Consiste em salvar as almas, por todos os meios lícitos dentre os quais queremos acentuar este: tomar todas as coisas, ordená-las dentro desse espírito e construir a cultura e a civilização cristã. Pois que uma e outra, sob certo aspecto, não são senão a disposição das coisas de maneira que elas sejam nesta vida o reflexo de Deus e orientem as almas para a vida eterna. Estar consagrado a Nossa Senhora e serví-La é sustentar, é promover e defender contra os seus adversários, a cultura e a civilização comparáveis àquela pérola preciosa que o homem deve procurar vendendo todas as coisas que tenha: cultura e civilização que são aquela paz na terra prometida aos homens de boa vontade pelos Anjos de Belém, a única paz de Cristo no reinado de Maria."
(Fonte: "Mensageiro do Carmelo", Ano XLVII – Edição especial – 1959 - Conferência proferida em São Paulo, no dia 15 de novembro de 1958, durante o Congresso da Ordem Terceira do Carmo)
"Organizar uma ordem temporal que assim forme as almas e as convide para o Céu, eis uma alta missão dos leigos vivendo no século. Claro está que tal ordem temporal teria uma consonância profunda com a Revelação, os ensinamentos e as leis da Igreja, bem como com os ditames da verdadeira ciência. Ela seria pois o Reinado de Jesus Cristo, o Reinado de Maria na terra.
"A esta altura podemos nos perguntar a nós mesmos: então, no nosso século em que consiste o serviço de Nossa Senhora? Consiste em salvar as almas, por todos os meios lícitos dentre os quais queremos acentuar este: tomar todas as coisas, ordená-las dentro desse espírito e construir a cultura e a civilização cristã. Pois que uma e outra, sob certo aspecto, não são senão a disposição das coisas de maneira que elas sejam nesta vida o reflexo de Deus e orientem as almas para a vida eterna. Estar consagrado a Nossa Senhora e serví-La é sustentar, é promover e defender contra os seus adversários, a cultura e a civilização comparáveis àquela pérola preciosa que o homem deve procurar vendendo todas as coisas que tenha: cultura e civilização que são aquela paz na terra prometida aos homens de boa vontade pelos Anjos de Belém, a única paz de Cristo no reinado de Maria."
(Fonte: "Mensageiro do Carmelo", Ano XLVII – Edição especial – 1959 - Conferência proferida em São Paulo, no dia 15 de novembro de 1958, durante o Congresso da Ordem Terceira do Carmo)
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quinta-feira, 24 de julho de 2008
"Ordenar para Deus os valores do século"
"Não se trata, para nós, de evitar as coisas do século, enquanto tais, não se trata para nós de fugir para uma Tebaida ou para o recesso sagrado de uma Ordem estritamente contemplativa, nem sequer de vivermos a vida conventual numa Ordem consagrada ao apostolado externo. Trata-se, para nós, isto sim, de estarmos dentro do século e de ordenarmos para Deus os valores do século que foram criados para Ele e dos quais se deve exigir que Lhe dêem glória. Trata-se de comunicar a esses valores o seu verdadeiro caráter cristão."
(Fonte: "Mensageiro do Carmelo", Ano XLVII – Edição especial – 1959 - Conferência proferida em São Paulo, no dia 15 de novembro de 1958, durante o Congresso da Ordem Terceira do Carmo)
(Fonte: "Mensageiro do Carmelo", Ano XLVII – Edição especial – 1959 - Conferência proferida em São Paulo, no dia 15 de novembro de 1958, durante o Congresso da Ordem Terceira do Carmo)
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Falsa paz: a tranqüilidade da vergonha sob a vara de ferro da impiedade
"Em matéria de guerra, só quero a legítima defesa.
"Quanto à paz, que Santo Agostinho definiu como a tranqüilidade da ordem, tenho-a em conta de um bem inapreciável. Dela disse Nosso Senhor Jesus Cristo: "Eu vos deixo a minha paz. Eu vos dou a minha paz" (São João, 14, 27). É a paz de Cristo no Reino de Cristo. Amo-a, pois, de todo o coração.
"E por isto detesto, também de todo o coração o contrário dela: a tranqüilidade da vergonha sob a vara de ferro da impiedade."
(Fonte: Folha de São Paulo, 7 de fevereiro de 1971)
"Quanto à paz, que Santo Agostinho definiu como a tranqüilidade da ordem, tenho-a em conta de um bem inapreciável. Dela disse Nosso Senhor Jesus Cristo: "Eu vos deixo a minha paz. Eu vos dou a minha paz" (São João, 14, 27). É a paz de Cristo no Reino de Cristo. Amo-a, pois, de todo o coração.
"E por isto detesto, também de todo o coração o contrário dela: a tranqüilidade da vergonha sob a vara de ferro da impiedade."
(Fonte: Folha de São Paulo, 7 de fevereiro de 1971)
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