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domingo, 8 de janeiro de 2012

A Cruz e o tédio

"A partir do momento em que se tira a Cruz do caminho de alguém, a normalidade se transforma em tédio."

(Fonte: Revista Catolicismo, nº 503)

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Revolução Francesa

"Sobre o solo francês ainda permanecem, por assim dizer, as torrentes de sangue derramadas pela Revolução.

"De modo que, para os franceses é muito mais concebível a Revolução ser discutida e atacada, do que para populações de países distantes, onde ela pode ser apresentada folcloricamente como um acontecimento triunfal, à maneira de um bolo de noiva, todo branco."

(Fonte: Catolicismo, N.° 475, Julho de 1990)

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Os que recusam qualquer pacto com a heresia

Quem somos nós? Os que não dobram os dois joelhos, e nem sequer um só joelho, diante de Baal.(1) Os que temos a vossa Lei escrita no bronze de nossa alma, e não permitimos que as doutrinas deste século gravem seus erros sobre este bronze, que sagrado vossa Redenção tomou. Os que amamos como o mais precioso dos tesouros a pureza imaculada da ortodoxia, e que recusamos qualquer pacto com a heresia, suas obras e infiltrações... Não poupamos à impiedade insolente e orgulhosa de si mesma, o vício que se estadeia com ufania e escarnece a virtude.

Quem somos nós? Na tormenta, na aparente desordem, na aparente aflição, na quebra aparente de tudo aquilo que para nós seria a vitória, somos aqueles que confiaram, que jamais duvidaram, mesmo quando o mal parecera ter vencido para sempre.

Quem somos nós? Somos filhos e seremos heróis da confiança, os paladinos desta virtude! Quanto mais os acontecimentos parecerem desmentir a voz da graça que nos diz — "vencereis" —, tanto mais acreditaremos na vitória de Maria!(2)

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N. da R. - 1. Ídolo do povo cananeu, que foi cultuado com freqüência, segundo o Antigo Testamento, pelos israelitas, quando estes abandonavam o culto verdadeiro de Jeová e se entregavam à idolatria. Em vista disso, "dobrar os joelhos diante de Baal" significa hodiernamente a apostasia da verdadeira Religião, a católica, apostólica, romana, e o resvalamento no neopaganismo contemporâneo.
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N. da R - 2. O primeiro parágrafo acima citado foi extraído de "O Legionário", de 22 de dezembro de 1946. O segundo, de uma conferência proferida pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira para sócios e cooperadores da TFP em 9 de agosto de 1995. E o terceiro, de uma palestra ao mesmo auditório, em 20 de dezembro de 1991.

(Fonte: http://www.catolicismo.com.br/)

sábado, 26 de julho de 2008

Cultura e Instrução

"Diz-se de uma pessoa que leu muito, que é muito culta, pelo menos comparativamente a outra que lê pouco. E, entre duas pessoas que leram muito, a que mais leu presume-se ser a mais culta. Como de si a instrução aprimora o espírito, é natural que, salvo razões em contrário, se repute mais culto quem for mais lido. O perigo de um erro neste assunto nasce do fato de que muitas pessoas simplificam inadvertidamente as noções e chegam a considerar a cultura como mera resultante da quantidade de livros lidos. Erro palmar, pois a leitura é proveitosa, não tanto em função da quantidade como da qualidade dos livros lidos, e principalmente em função da qualidade de quem lê, e do modo por que lê.

"Em outros termos, em tese a leitura pode fazer homens instruídos: tomamos aqui a palavra instrução no sentido de mera informação. Mas uma pessoa muito lida, muito instruída, ou seja, informada de muitos fatos ou noções de interesse científico, histórico ou artístico, pode ser bem menos culta do que outra de cabedal informativo menor.

"É que a instrução só aprimora o espírito em toda a medida do possível, quando seguida de uma assimilação profunda, resultante de acurada reflexão. E por isto quem leu pouco, mas assimilou muito, é mais culto do que quem leu muito e assimilou pouco. Em via de regra, por exemplo, um guia de museu é muito instruído dos objetos que deve mostrar aos visitantes. Mas não raras vezes ele é pouco culto: limita-se a decorar, e não procura assimilar."

(Fonte: Revista "Catolicismo", n° 51, março de 1955)

quarta-feira, 23 de julho de 2008

O Santo Natal foi o primeiro dia de vida da civilização cristã

"Considerando os fatos numa vasta perspectiva histórica, o Santo Natal foi o primeiro dia de vida da civilização cristã. Vida ainda germinativa e incipiente, como os primeiros clarões do sol que nasce; mas vida que já continha em si todos os elementos incomparavelmente ricos, da esplendida maturidade a que se destinava."

(Fonte: Catolicismo Nº 24 - Dezembro de 1952)