Quem somos nós? Os que não dobram os dois joelhos, e nem sequer um só joelho, diante de Baal.(1) Os que temos a vossa Lei escrita no bronze de nossa alma, e não permitimos que as doutrinas deste século gravem seus erros sobre este bronze, que sagrado vossa Redenção tomou. Os que amamos como o mais precioso dos tesouros a pureza imaculada da ortodoxia, e que recusamos qualquer pacto com a heresia, suas obras e infiltrações... Não poupamos à impiedade insolente e orgulhosa de si mesma, o vício que se estadeia com ufania e escarnece a virtude.
Quem somos nós? Na tormenta, na aparente desordem, na aparente aflição, na quebra aparente de tudo aquilo que para nós seria a vitória, somos aqueles que confiaram, que jamais duvidaram, mesmo quando o mal parecera ter vencido para sempre.
Quem somos nós? Somos filhos e seremos heróis da confiança, os paladinos desta virtude! Quanto mais os acontecimentos parecerem desmentir a voz da graça que nos diz — "vencereis" —, tanto mais acreditaremos na vitória de Maria!(2)
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N. da R. - 1. Ídolo do povo cananeu, que foi cultuado com freqüência, segundo o Antigo Testamento, pelos israelitas, quando estes abandonavam o culto verdadeiro de Jeová e se entregavam à idolatria. Em vista disso, "dobrar os joelhos diante de Baal" significa hodiernamente a apostasia da verdadeira Religião, a católica, apostólica, romana, e o resvalamento no neopaganismo contemporâneo.
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N. da R - 2. O primeiro parágrafo acima citado foi extraído de "O Legionário", de 22 de dezembro de 1946. O segundo, de uma conferência proferida pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira para sócios e cooperadores da TFP em 9 de agosto de 1995. E o terceiro, de uma palestra ao mesmo auditório, em 20 de dezembro de 1991.
(Fonte: http://www.catolicismo.com.br/)
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Falsa felicidade
"O poder e a riqueza de que não se sabe tirar proveito servem tão só para dar trabalho e produzir aflição."
(Fonte: "Folha de S. Paulo", 26 de dezembro de 1971)
(Fonte: "Folha de S. Paulo", 26 de dezembro de 1971)
"O que fazem os homens sempre que baixa a noite?"
"Uns correm para as orgias, outros afundam no sono. Outros, por fim — e quão poucos — fazem como os pastores. Vigiam, à espreita dos inimigos que saltam no escuro para agredir. Aprestam-se para lhes dar rudes combates. Oram com as vistas postas no céu escuro, e as almas confortadas pela certeza de que o sol raiará por fim, espancará todas as trevas, eliminará ou fará voltar a seus antros todos os inimigos que a escuridão acoberta e convida ao crime."
(Fonte: "Folha de S. Paulo", 26 de dezembro de 1971)
(Fonte: "Folha de S. Paulo", 26 de dezembro de 1971)
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Insensibilidade
"Cada geração sofre de uma insensibilidade surpreendente para com os males de seu tempo."
(Fonte: "Folha de S. Paulo", 26 de dezembro de 1971)
(Fonte: "Folha de S. Paulo", 26 de dezembro de 1971)
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