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quinta-feira, 11 de julho de 2013

O que é civilização?

"Civilização é a possibilidade que Deus dá aos homens de melhorar o rascunho que Ele mesmo fez."

(Plinio Corrêa de Oliveira, reunião gravada de 28/9/93, sem revisão do autor)

terça-feira, 30 de abril de 2013

Civilização cristã: triunfo do Evangelho em toda a vida

"O que é uma civilização cristã senão aquela em que todas as esferas da vida pública e privada, os costumes, as instituições, a cultura, a arte, a economia, a política e as leis recebem o influxo do Evangelho?" (Plinio Corrêa de Oliveira)

Fonte: http://joiasesimbolosmedievais.blogspot.com.br/

terça-feira, 18 de novembro de 2008

"O que fazem os homens sempre que baixa a noite?"

"Uns correm para as orgias, outros afundam no sono. Outros, por fim — e quão poucos — fazem como os pastores. Vigiam, à espreita dos inimigos que saltam no escuro para agredir. Aprestam-se para lhes dar rudes combates. Oram com as vistas postas no céu escuro, e as almas confortadas pela certeza de que o sol raiará por fim, espancará todas as trevas, eliminará ou fará voltar a seus antros todos os inimigos que a escuridão acoberta e convida ao crime."

(Fonte: "Folha de S. Paulo", 26 de dezembro de 1971)

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

"É tão legítimo que a Igreja se defenda contra o heterodoxo quanto o Estado contra o invasor"

"A Igreja é uma sociedade espiritual, que se esteia em uma ortodoxia, como um Estado se fixa sobre um território. Transgredir os limites da ortodoxia é cometer contra a Igreja delito análogo ao que praticaria contra o Estado quem lhe violasse as fronteiras. É tão legítimo que a Igreja se defenda contra o heterodoxo quanto o Estado contra o invasor. E sendo a Igreja — repito — uma sociedade espiritual, normal é que ela utilize penas espirituais nessa legítima defesa. Uma delas é a destituição do transgressor da ortodoxia dos cargos que a confiança da Igreja lhe entregara".

(Fonte: "Folha de S. Paulo", 18 de julho de 1971)

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

"Um esforço de destruição clara ou de falseamento sub-reptício dos valores da civilização cristã"

"Nenhuma época do passado pode ou deve ser intocada. É sempre possível, por um movimento verdadeiramente progressivo, abolir defeitos e melhorar qualidades. Mas isto não basta, é preciso também que nós nos lembremos de que muitas das transformações instituídas no presente não representam um trabalho inteligente para depurar e fazer progredir as tradições que recebemos, mas, pelo contrário, constitui um esforço de destruição clara ou de falseamento sub-reptício dos valores da civilização cristã."

(Fonte: "Mensageiro do Carmelo", Ano XLVII – Edição especial – 1959 - Conferência proferida em São Paulo, no dia 15 de novembro de 1958, durante o Congresso da Ordem Terceira do Carmo)

quinta-feira, 31 de julho de 2008

"Temos um inimigo a atacar e um patrimônio a defender"

"Vivemos (...) dentro de um processus revolucionário que mina e corrói uma realidade gloriosa, isto é, a civilização cristã. Assim, portanto, temos um inimigo a atacar e um patrimônio a defender. O patrimônio é todo o imenso e inapreciável tesouro de tradições desses 20 séculos de civilização cristã que nós tivemos atrás de nós. Patrimônio esse que não deve ser considerado como um valor estático, mas ao qual pelo contrário, cada século foi dando o seu contributo. Também nós, pela nossa fidelidade e pela nossa vida acrescemos este glorioso acervo. Em face de nós está essa Revolução que é, justamente, o contrário de tudo que amamos. Nós a devemos atacar em todas as suas manifestações."

(Fonte: "Mensageiro do Carmelo", Ano XLVII – Edição especial – 1959 - Conferência proferida em São Paulo, no dia 15 de novembro de 1958, durante o Congresso da Ordem Terceira do Carmo)

"Nunca os inimigos da Igreja mostraram tanta coerência, tanta unidade de objetivos, e tanto rancor quanto em nossos dias"

"Vivemos em nossos dias em um processo revolucionário que, tendo começado com o Protestantismo e o Humanismo no século XVI, alcançou um triunfo universal pela Revolução Francesa no século XVIII e pela extensão dos princípios desta no mundo inteiro, no século XIX. Esse processo chega agora aos extremos de si mesmo na afirmação do comunismo. Nós estamos, portanto, no clímax de uma longa série de apostasia.

"Nisto está a marca dominante dos acontecimentos de nossos dias, e das circunstâncias dentro das quais a Igreja age, vive e luta atualmente. Em outras épocas, a Igreja também tem tido adversários a enfrentar. Nunca, talvez, – e nesse sentido são tão numerosas as citações pontifícias que eu me dispenso de as lembrar aqui – teve Ela que enfrentar uma tão profunda investida, que A ataque com tal furor em todos os pontos de Sua doutrina, de Seus costumes, de Suas instituições, e de Suas leis. Nunca seus inimigos mostraram tanta coerência, tanta unidade de objetivos, e tanto rancor quanto em nossos dias.

"Assim, e seja qual for o ângulo do qual vejamos o panorama hodierno, é preciso que coloquemos no centro de toda a nossa perspectiva esse fenômeno: a investida multisecular das forças do mal chegada hoje a seu paroxismo."

(Fonte: "Mensageiro do Carmelo", Ano XLVII – Edição especial – 1959 - Conferência proferida em São Paulo, no dia 15 de novembro de 1958, durante o Congresso da Ordem Terceira do Carmo)

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Missão dos leigos

"Por uma misteriosa afinidade as formas, os sons, as cores, os perfumes podem exprimir estados de espírito do homem. É necessário, pois, que reflitam estados de espírito virtuosos para a formação dos ambientes em que o homem encontre os recursos necessários para a sua santificação, imagens de Deus que lhe dêem o atrativo da virtude e o estimulem por essa forma a conhecer a ter apetência daquela beleza incriada de Deus que ele só verá face a face na glória dos céus.

"Organizar uma ordem temporal que assim forme as almas e as convide para o Céu, eis uma alta missão dos leigos vivendo no século. Claro está que tal ordem temporal teria uma consonância profunda com a Revelação, os ensinamentos e as leis da Igreja, bem como com os ditames da verdadeira ciência. Ela seria pois o Reinado de Jesus Cristo, o Reinado de Maria na terra.

"A esta altura podemos nos perguntar a nós mesmos: então, no nosso século em que consiste o serviço de Nossa Senhora? Consiste em salvar as almas, por todos os meios lícitos dentre os quais queremos acentuar este: tomar todas as coisas, ordená-las dentro desse espírito e construir a cultura e a civilização cristã. Pois que uma e outra, sob certo aspecto, não são senão a disposição das coisas de maneira que elas sejam nesta vida o reflexo de Deus e orientem as almas para a vida eterna. Estar consagrado a Nossa Senhora e serví-La é sustentar, é promover e defender contra os seus adversários, a cultura e a civilização comparáveis àquela pérola preciosa que o homem deve procurar vendendo todas as coisas que tenha: cultura e civilização que são aquela paz na terra prometida aos homens de boa vontade pelos Anjos de Belém, a única paz de Cristo no reinado de Maria."

(Fonte: "Mensageiro do Carmelo", Ano XLVII – Edição especial – 1959 - Conferência proferida em São Paulo, no dia 15 de novembro de 1958, durante o Congresso da Ordem Terceira do Carmo)

quinta-feira, 24 de julho de 2008

"Ordenar para Deus os valores do século"

"Não se trata, para nós, de evitar as coisas do século, enquanto tais, não se trata para nós de fugir para uma Tebaida ou para o recesso sagrado de uma Ordem estritamente contemplativa, nem sequer de vivermos a vida conventual numa Ordem consagrada ao apostolado externo. Trata-se, para nós, isto sim, de estarmos dentro do século e de ordenarmos para Deus os valores do século que foram criados para Ele e dos quais se deve exigir que Lhe dêem glória. Trata-se de comunicar a esses valores o seu verdadeiro caráter cristão."

(Fonte: "Mensageiro do Carmelo", Ano XLVII – Edição especial – 1959 - Conferência proferida em São Paulo, no dia 15 de novembro de 1958, durante o Congresso da Ordem Terceira do Carmo)

quarta-feira, 23 de julho de 2008

O Santo Natal foi o primeiro dia de vida da civilização cristã

"Considerando os fatos numa vasta perspectiva histórica, o Santo Natal foi o primeiro dia de vida da civilização cristã. Vida ainda germinativa e incipiente, como os primeiros clarões do sol que nasce; mas vida que já continha em si todos os elementos incomparavelmente ricos, da esplendida maturidade a que se destinava."

(Fonte: Catolicismo Nº 24 - Dezembro de 1952)